O Desordeiro Era... O ZĂ© BrigĂŁo o rei da confusĂŁo Aonde ele chegava sempre dava alteração E nĂŁo temia ninguĂ©m, ah... Seu ninguĂ©m! Ultimamente ele fez uma quizomba lĂĄ no Morro do Urucum Fazendo a raça beber sem querer E a comer peixe cru O ZĂ©... que se dizia uma parada dura Sempre marcando a 38 na cintura Desordeiro pra chuchu Coisa... no ZĂ© BrigĂŁo ninguĂ©m metia medo Dizem que quando ele cismava apertava o dedo Era mais um que ia pro caju... Ontem o ZĂ© BrigĂŁo foi a favela do Esqueleto Ao chegar deparou-se com um preto Um tal de negrĂŁo, tambĂ©m valentĂŁo NegrĂŁo ainda bem estava de zonzeira E gritou dessa maneira... pro ZĂ© BrigĂŁo: Hoje aqui ninguĂ©m vai dar fricote VocĂȘ vai dar um pinote Que eu quero ficar sĂł, sĂł... O ZĂ© BrigĂŁo achou aquilo duro Quando quis puxar o cĂŽco jĂĄ estava seguro E acabou fechando o palitĂł! *************************** Enviado por: Luiza - Rio de Janeiro
Compositor: Ricardo Lima Tavares (Maruim) (UBC )Publicado em 2008 (19/Ago) e lançado em 1989 (01/Ago) ECAD verificado obra #173404 e fonograma #46425347 em 03/Abr/2024
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